segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Por mais que tudo esteja tão difícil e complicado, eu tenho sonhos. Tenho planos. Pretendo realizá-los, eu vou começar a me mover. Quero uma tarde de paz, só eu na janela, observando o sol se por com uma xícara de chá do lado. Eu, uma música calma (Radiohead ou Yann Tiersen, provavelmente). Tendo quadros na parede. Londres, Paris, NY, Marilyn. Um pequeno gato, uma parede-mural de fotografia. Minha câmera. Ter a certeza do que eu quero, ter a certeza de que amanhã vai ser um dia bom. Sorrir com uma ligação, sair no fim da noite. Viver verdadeiramente, sem rédeas, sem medo. Sem medo. Sem medo... O futuro é assustador. Mas realmente, o futuro é agora. Deve ser por isso que eu tenho tanto medo de tudo. Mas vai dar tudo certo, né? Eu sei que sim. É só lutar por tudo aquilo que se quer. Não é fácil. Não vai ser fácil. Mas eu vou conseguir. Eu sei que vou.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Falling away with you.
Nós crescemos pra baixo, que nem raiz de árvore. Parece ser mais saudável. Mas a cada nova raiz que é cravada, uma nova dor surge. Eu tenho tanto medo de quando tu me abraça. É como receber uma dose de veneno. Um veneno tão conhecido, tão letal. Eu não sei se vou aguentar. Dói respirar. Eu sou covarde demais pra amar.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
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Tá tudo tão bagunçado, tá tudo confuso e borrado. Como tudo ficou assim? eu ultrapassei a linha de novo?
Se eu faço certo, não adianta, se eu faço errado, fica pior. Eu tô TÃO cansada, mas tão cansada... Eu voltei a considerar aquelas coisas. Minha vontade de cutting voltou. Minha vontade de desistir de tudo voltou. Eu tô sozinha de novo. Sozinha. Dentro e fora de casa. Eu não sei pra onde caminhar, não sei como vai ser amanhã. Não sei se consigo respirar, não sei por que dói. Não sei por que tenho medo de ti, se tu é tão bondoso. Eu te quero bem, meu bem. Mas ninguém enxerga através de mim. O meu mundo muda constantemente. Não sei por quanto tempo vou aguentar sem enlouquecer. Tá tudo tão difícil. O blog é a única coisa com que eu tô contando pra me manter sã. Eu tô com medo. Não de morrer, não de sofrer.
Isso é normal. Tô com medo do depois. Tô com medo da saudade. Tô com medo de mim mesma. Preciso TANTO de um abraço, mas não sei onde buscar ele. Eu sei. Só não sei até quando vou tê-lo. Eu tô nauseada, tonta. Dormir é a única solução. Dormir. Dormir. Quem dera pra sempre.
Se eu faço certo, não adianta, se eu faço errado, fica pior. Eu tô TÃO cansada, mas tão cansada... Eu voltei a considerar aquelas coisas. Minha vontade de cutting voltou. Minha vontade de desistir de tudo voltou. Eu tô sozinha de novo. Sozinha. Dentro e fora de casa. Eu não sei pra onde caminhar, não sei como vai ser amanhã. Não sei se consigo respirar, não sei por que dói. Não sei por que tenho medo de ti, se tu é tão bondoso. Eu te quero bem, meu bem. Mas ninguém enxerga através de mim. O meu mundo muda constantemente. Não sei por quanto tempo vou aguentar sem enlouquecer. Tá tudo tão difícil. O blog é a única coisa com que eu tô contando pra me manter sã. Eu tô com medo. Não de morrer, não de sofrer.
Isso é normal. Tô com medo do depois. Tô com medo da saudade. Tô com medo de mim mesma. Preciso TANTO de um abraço, mas não sei onde buscar ele. Eu sei. Só não sei até quando vou tê-lo. Eu tô nauseada, tonta. Dormir é a única solução. Dormir. Dormir. Quem dera pra sempre.
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